27 de novembro de 2017

Faça as suas próprias regras

Esses dias eu vi um filme de comédia romântica, desses que te faz ficar suspirando e pensando quando é que tu vai encontrar o cara dos teus sonhos (que sabemos que não existe, mas mesmo assim, a gente continua procurando por ele, e descartando os caras reais com algumas imperfeições - justamente porque eles são reais, né?! Faz sentido isso, concordam? AHAHAHAHHA-, mas que gostam da gente -OLHA SÓ QUE MÁGICO!- porque a gente quer o cara que a gente sempre sonhou, mesmo que ele não exista. Não sei como lidar com esse looping maravilhoso que eu fiz e até já me perdi. Voltemos ao texto...), e notei uma coisa que muito me deixou intrigada: O filme ACABA com o casamento ou com o pedido de namoro ou casamento. Sim, porque filme de comédia romântica REAL é aquele onde existe todo o joguinho e flerte, onde possivelmente eles começam se odiando mais que tudo e qualquer respiração do outro causa agonia na pessoa, e do nada a vida dá um click na cara de um doa dois, ou dos dois e começa uma paixão com o joguinho todo e mimimi (que eu sinceramente não tenho paciência para tal, como vocês já leram aqui), que a gente já conhece sobre os filmes de comédia romântica, e que talvez seja o motivo pra que O MUNDO INTEIRO goste de praticar essa merda (com exceção de pessoas inteligentes como eu, claro, que vão direto ao ponto! ahahahahah just kidding) quando encontra alguém que gosta de verdade e acha que pode dar em algo mais.
Faça suas próprias regras. @pritrelles
Mas aí depois do pedido de namoro e do "você é o amor da minha vida" e tudo mais, o filme acaba. PORQUEEEE? Tipo, não interessa pra quem tá vendo o filme, saber o que vai rolar com o casal depois que começam a namorar ou que eles casam?

Eu já ouvi teorias de que esses tipos de filmes acabam no ponto em que acabam, porque o que acontece depois é conhecido popularmente como porn, ou pornô (creio que vocês estejam familiarizados com ele), ou também, pra quem tem uma mente mais capitalista e aqui nessa, eu até concordaria real mesmo, que seria pra poderem lançar a parte 2 e ter audiência, né. O que eu acho mais provável. MAS a minha teoria, é que o filme acaba justamente no começo do relacionamento, seja ele o namoro ou casamento, porque cabe aos dois criarem as suas próprias regras. Eu já falei sobre isso por aqui, também. E eu realmente acredito muito nisso. Que cabe aos envolvidos criarem as suas próprias regras pra fazer a coisa dar certo. O mundo vive em constante transformação, as próprias regras sociais e econômicas vivem se transformando e se adequando aos novos tempos que vem surgindo. Então, porque é que o casamento não pode se adequar ao modo de vida atual, também? E mais especificamente falando, o amor em si, o sentimento propriamente dito, vive em transformação e hoje a gente já tem o entendimento de que ele é muito abrangente e existem várias formas de se amar as pessoas. Então, porque não criamos as nossas próprias regras ao nosso sentimento, já que ninguém pode sentir o mesmo que nós mesmos, pra poder dizer o que é o certo ou errado? As coisas não precisam ser difíceis, a gente pode sempre facilitar! Fica aqui a minha dica pra vocês!

Anyway, isso é só uma reflexão que eu tive assistindo a dois tipos de filmes diferentes, mas ambos de comédia romântica, e que eu achei válido compartilhar com vocês e deixar a reflexão pra vocês também. E se vocês gostaram, deixa o joinha aqui embaixo e compartilha com os amigos essa ideia!

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