18 de outubro de 2016

Se arrisque por um final feliz!

Esses dias eu tava conversando com um amigo na internet e ele me contou que tinha visto meus vídeos no canal e me elogiou pela minha espontaneidade. Perguntou se eu me vestia de algum personagem ou se eu era assim sempre, meio fora da casinha e eu falei que eu era sempre assim, meio fora da casinha. Agora me peguei pensando sobre isso. Quer dizer, será que questionar, andar fora do senso comum, ser diferente, se libertar dos esteriótipos impostos pela sociedade e tudo mais, ficar fora de algum desses grupos pré colocados desde que a gente é criança, nos faz ser "fora da casinha"?!
Se arrisque pelo final feliz! @cantinhodaruiva
Eu sinto que sim, que somos chamados de loucos, que as pessoas (e nisso posso incluir meus pais que constantemente me falam isso e eu respondo com silêncio ou com um "aham") julgam de certo modo, sermos muito sonhadores. Será que querer sair do modo automático e engessado é tão ruim a ponto de quem faz isso é sempre mal visto? Ou porque essa forma de vista é considerada um sonho distante, pra quando tu já te casou, já tem os teus filhos formados, ou já tem netos crescendo, tá te aposentando e resolve largar tudo pra fazer o que dá bá telha?! Porque tu ir contra o sistema ou pensar diferente é TÃO irreal que chega a parecer aqueles contos de fadas que a gente assistia na sessão da tarde e depois quando o filme acabava com o lindo final feliz, a tua mãe cortava teu barato falando "tá, agora vai estudar pra prova de amanhã..." (sim, porque isso era o mesmo que dar asas pra minha imaginação e depois vim com a tesoura e cortar as minhas asas!)?!
Vocês já pensaram que talvez exista SIM o nosso tão maravilhoso e sonhado final feliz, mas que ele nem sempre deva ser O MESMO final feliz pra todos nós?! Vou dar um exemplo: tu te formar na faculdade, em um curso que TU quer e que tu te vê trabalhando nisso no futuro, depois de anos de estudo, empenho, esforço e tudo mais, receber um diploma, é um final feliz (quantos filmes vocês já viram que terminaram com um final feliz em formatura? Legalmente Loira! Quem viu?!). Teus pais não te dão atenção, tu não tem uma vida bacana, não tem muita grana, trabalha pra ajudar nas contas de casa, ninguém no colégio te enxerga de verdade e do nada tu conhece um cara bacana e te apaixona e pronto, tua vida muda (Uma Nova Cinderela). Tu é apaixonada pelo cara mais popular do teu colégio, tu não é o tipo de garota conhecida pela galera, tu é zoada pelos teus amigos, teu pai morreu ou não é presente, tu tem grana que dá pra viver naquelas e do nada tu descobre uma vó muito legal, que te ensina regras de etiqueta, muda teu visual, tu passa a ser popular e descobre uma paixão por um cara que é irmão da tua melhor amiga que é apaixonado por ti e vocês ficam juntos. (o diário da princesa).
Agora vocês vão me dizer "tá, mas passa 5 meses e as coisas não são mais tudo flores assim!". Mas claro que não! Tô falando que a gente não tem que se preocupar com o final da vida, mas tem que se preocupar com todos esses finais felizes e toda dificuldade que a gente supera! Isso que é o mais importante!
Se preocupar em ser tu mesmo, fazer o que tu quer, o que tu ama e o que te sente bem! Pensar fora da caixa, sair do senso comum, explodir, fazer o que todos sonham em fazer, mas não tem coragem!
A gente pode, a gente deve e a gente consegue! Bora lá?!

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Por hoje era isso, meus amores! Espero que vocês tenham gostado! Se cuidem, fiquem bem e até a próxima! Beijoca! ❤

6 comentários:

  1. Um texto cheio de inspiração! Arrasou Pri!

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  2. Acho que o melhor da vida real e final feliz, é que ao contrario dos filmes, podemos ter vários finais felizes ao longo da nossa vida, e nada de fica na caixinha ou fora da caixinha, o lance é ser a gente mesmo e nos amar assim, né?

    Peixinhos!!
    Blog: Talo de Maçã

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    1. Exatamente isso! Sempre considerei que essa fosse uma hipótese, mas o que me espanta é que as pessoas não enxerguem isso!

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  3. É a anarquia social, aqueles que não precisam quebrar o sistema, destruí-lo, basta sair dele, e toda corja forjada a ser a mesma massa de sempre se enfurece. A estranheza é muito pequena perto do que se realmente pensa sobre isso, mas a massa é a massa, e eles disfarçam muito bem.
    Sexo, Fraldas e Rock'n Roll

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    1. Poisé. Se tem uma coisa que a massa sabe, é fingir e disfarçar, né?

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